quinta-feira, 9 de abril de 2026

AS NUANCES DA NOSSA SEGURANÇA PÚBLICA POLICIAL

   Em fevereiro de 2025 escrevi uma postagem versando sobre o secretário de segurança pública do Rio de Janeiro e assuntos referentes a nossa segurança pública, mas ninguém citou nada nessa postagem, e eu sei o porque. Todos os que leem, só sabem ler, mas interpretar e discutir não sabem ou não querem, ou ainda, têm medo de expor  sobre o assunto. É como eu costumo falar: gostam muito de prosear e esbravejar extra oficialmente, mas tudo por medo.

  A verdade é que ninguém fala nada, não exercendo suas cidadanias, mas porque não têm engajamento para discutir o assunto abordado. Tudo o que eu escrevo é dentro de uma lógica racional e que sempre tem fundamento, salvo alguns pontos, mas no contexto geral os fundamentos são bem alicerçados para a situação.

  Sempre falei que o nosso secretário de segurança, bem como o chefe de polícia e as polícias civil e militar estão completamente desnorteados para os serviços que prestam e em menor escala a polícia civil, pois que a parte dela cabe apenas na investigação, enquanto que a polícia militar é a responsável direta sobre a ostensividade policial nas ruas do Rio de Janeiro e principalmente efetuando incursões em favelas, ou comunidades, como queiram assim definir, no combate ao tráfico de drogas principalmente. 

  Nessa leva de problemas acabam por aumentá-los devido estarem descoordenados para qualquer incursão, por um simples motivo: "não existe o sigilo absoluto para as operações ". Daí surgem os outros problemas dentro das operações. Podemos cita, as mortes de cidadãos, quer moradores, trabalhadores ou bandidos. De certo que geralmente são atacados quando de sua entrada na favela, mas daí para frente seguem os erros devido a falta de coordenação anterior a incursão.

Não irei ficar dando "spoiler" como se costuma dizer, mas afirmo aqui que nos próximos anos também não se acertarão com os problemas na segurança pública do Rio.

Podem fazer apreensões grandes ou prender muitos marginais, mas isso não é nada e envolve a própria justiça  falha que temos. Um Código Penal de 1940, o qual não é revisado há anos. Uma constituição que chamo de esquerdopata, pois não é incisiva como deveria ser. E por aí afora. Portanto muita coisa a falar e discutir, mas sei que não haverá nenhum possível leitor disposto a isso por aqui, por isso a mensagem fica dada até esse ponto, aguardando quem queira entrar numa discussão plausível para a nossa sorte na questão policial da segurança pública.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MINHA AUTOBIOGRAFIA PESSOAL E PROFISSIONAL

 Sou um carioca nascido em 16 Nov 1956, meio que problemático até na hora de nascer, pois que nasci de parto natural executado por parteira no quarto da casa de meus pais e com uma complicação mesmo.

Muitos nasceram enrolados no cordão umbilical, mas eu tinha que ser diferente, pois nasci "enroscado" no cordão, ou seja, o cordão umbilical passava por baixo do meu braço, axilas, subia e passava em volta do pescoço ! Isso foi a minha primeira provação e complicação, pois que a parteira falou para minha mãe, nesse momento o seguinte: Cecy ! Aguenta que o Osvaldo terá que voltar ! Isso porque me recolocaria dentro de minha mãe para poder tirar o cordão enrolado no pescoço e por baixo do braço. O sofrimento maior foi pela minha mãe, pois vim grande, com 56 cm e 4,5 kg.

Imaginem só !

Vamos passar para alguns anos após.

Quando pequeno fui estudar num colégio distante de onde morava a 13,5 km, no bairro do Jacarezinho. Era o primeiro aluno a entrar no ônibus escolar, um lotação marca Mercedes Benz, conhecido como "torpedo", um MB L312. Um cheiro fortíssimo de óleo diesel que sempre me fazia vomitar todos os dias, tanto na ida quanto na volta.

Era o último a chegar em casa também por volta das 17:30 h, com a saída da escola às 16:00 h.

Isso já era um outro sofrimento, mas que consegui passar por ele.

Mais a frente mudei de escola e fui para o Colégio ITU, onde comecei a cursar o antigo admissão. Daí passei para o ginásio e fiz o antigo científico até o fim, quando foi criada a Escola Técnica Itu, para onde fui dirigido a fazer o científico e o curso técnico de química, vindo a me formar em 1975. Desse ponto para frente achava que as coisas iriam melhorar, ledo engano. Matérias dificílimas como a tal química orgânica que nunca suportei, física e depois físico química, também chatíssima. Química analítica qualitativa, a qual também era um horror, mas consegui me formar em química, só nãop conseguindo fazer estágio para receber o diploma tão sonhado pela minha mãe.

Em 1975 fiz uma coisa, que hoje tenho a certeza, que foi a pior coisa de minha vida. Me alistei no Exército, mas queria ir para a Aeronáutica e consegui minha transferência antes de entrar numa força armada, portanto acabei por entrar na FAB em 14 de janeiro de 1976, um ano praticamente atrasado. Acabei sendo o vovô da minha turma, pois enquanto que os da minha turma tinham 17 anos eu já tinha 20, o que me trouxe mais complicações e com o segundo grau completo, o científico e um curso técnico, acabei ficando invejado por alguns sargentos, soldados e até o cmt da infantaria de guarda da Base Aérea dos Afonsos, o qual foi o meu primeirto algoz na aeronáutica e que me prometeu mandar para o pior lugar da FAB, como mandou, quando completei orecrutamento. Fui parar no DARJ, na Av. Brasil em Bonsucesso.

Fiz depopis o curso de formação de cabos no antigo EPA  ( Esquadrão de Polícia de Manguinhos) onde hoje é a Vila do João.

Me formei cabo na especialidade de Polícia de Aeronáutica, mesmo fazendo teste para atingir a área de saúde para poder ir para o LAQFA para fazer meu estágio de química e depois seguir até a carreirta de oficial químico, mas tudo sempre dava errado. Só consegui ser transferido do DARJ para o Esquadrão de Polícia do Galeão em 1979, para enfim ser promovido a cabo.

Mais decepções a vista, o que acabou por culminar na minha saída precoce da FAB em 14 Jan 81.

Quando sa[í da aeronáutica fui trabalhar na banca de jornais e revistas de meu pai, oque também não deu certo, pois via os colegas dele, outros sócios, cometendo furtos nas férias das bancas em que trabalhavam e ninguém fazia nada. Resolvi sair.

Resolvi então seguir para outra atividade profissional, a qual gostava e ainda gosto e fui fazer um curso de mecânico de manutençao de aeronaves, na EAPAC Galeão. Já casado, minha sogra me ajudou a custear o curso. Tão logo terminou fui fazer a prova do DAC para pegar as carteiras definitivas e passei logo na primweira vez, o que deixei minha sogra muito feliz pelo evento concluído com êxito.

Logo após fui fazer estágio para aprender a "mexer" em aviões. Experiência nova e gostei de tudo. Fui considerado tão bom, mas novamente, por inveja e desavenças entre irmãos nessa empresa, não fui aproveitado, mas acabei por ser premiado com um emprego de mecânico na Líder Taxi Aéreo. Não tive o gostinho de ser auxiliar de mecânico, já tendo responsabilidad imediata em ser mecânico na parte de comandos de vôo e célula. Não tinha ajudantes e tive que "fazer, criar" dois dentro da empresa para me auxiliarem. Peguei um faxineiro, sr. Genarino e um outro tapeceiro, o pardal, sr. Helio. Pegamos de cara um Bandeirante (EMB 110) da FAb para fazer uma revisão de IRAN (4500 horas), onde se desmontava todo o avião e revisava todas as peças. Tudo isso teria que ser feito em 45 dias, desde que com equipes diversas de serviço, o que não havia. Só tinha um mecânico de hirdráulica, um de motores, eu na parte de comando de vôo e célula. Um chapeador (lanterneiro) e o pessoal da pintura.

Mas conseguimos entregar o primeiro avião com u atraso de 15 dias, o que foi considerado um tempo recorde.

Fiquei por dois anos na Lider, quando de repente fui convidado para trabalhar na EMBRAER.

Novament peguei outra responsabilidade maior ainda.

Pensei em chegar lá e ser mecânico montador ou mesmo mecânico, mas fui ser Inspetor de Qualidade de um avião que estava começando a ser fabricado, o EMB 120 Brasilia, bem diferente do que trabalhava anteriormente, o Bandeirante, mas desempenhei bem a missão e também permaneci por dois anos por lá quando saí e retornei pára o Rio indo trabaljhar naquela primeira empresa onde estagiei.

Cheguei com carta branca e já fui logo ser Inspetor de Manutenção e alguns meses após fui promovido a Supervuisor de Manutenção acumulando a função de Controlado de Produção no hangar.

Desenvolvi o sistema de emissão de nota fiscal pór computador com a inserção de todo os dados sde serviços, discrepâncias, feitos nos aviões. Cabe ressaltar que naquela época estava começando a operação dos computadortes de mesa, os antigos IBM PC XT 286.

Isso foi se concretizar após eu ter saído da empresa onde acabou por ficar bastante difundido e todas as empresas de aviação passaram a usar o sistema de emissão de notas fiscais dos serviços prestado em manutenção.

Criei junto com um piloto da Casas Penambucanas, Cmt Wilton Soares SAMPAIO, a PART TIME, uma seção de testes em vôo, onde fazíamos o recebimento de aviões da FAB e outros para executar serviços de manutenção e depois de prontos fazíamos o vôo de entrtega com todos os testes feitos e  a aeronave ok e pronta para uso.











REFLEXÕES

 Vamos a uma pequena reflexão.

Se no livro do Eclesiastes, capítulo 3, é dito que existe tempo para todo propósito debaixo do céu e esse tempo é determinado por Deus, podemos entender que tudo o que nos acontece é providência divina, pois Ele foi quem determinou tudo para o nosso bem.

Existe tempo para nascer e tempo para morrer e no intervalo das duas situações, como é dito em outro capítulo, o 9, no verso 2, devemos entender que, em linhas gerais, tudo sucede igualmente a todos, quer sejam ricos ou pobres, pretos ou brancos, altos ou baixos, gordos ou magros, ou todas as outras qualificações possíveis, mas que realmente atinge a todos de maneira igual com diferenças peculiares a cada um.

Se você plantou amor, certamente acontecerá contigo tudo o estabelecido, mas também srá com amor, o que dá para entender que possivelmente você morrerá de forma natural. Pelo menos é esse o entendimento que cheguei, haja vistas Deus não ser maus e saber julgar o cesto conforme o cesteiro e daí não poder errar no seu julgamento final.

Um exemplo bíblico: Deus ordenou ao rei Saul que exterminasse por completo os Amalequitas, no que Saul exitou em não completar o ordenado e por isso foi rejeitado por Deus como rei de Israel. Deus deixou a sua própria sorte, sendo morto por sua própria espada. 

 

MINISTRO FUX - ESSE É O NOME DE HOJE

      Hoje temos que ressaltar a brilhante defesa, com mérito julgatório, do Ministro Fux em relação ao processo integralmente. Mostrou-se profundo conhecedor do direito e da própria justiça quando expôs, pelo seu julgamento, uma defesa a favor de Jair Bolsonaro. Que todos entendam que não se trata de algum medo pelas represálias a que foram agraciados os seus pares, pois que foi um dos que não sofreu sanções pela Lei Magninstky.

  Com toda inteligência e sobriedade possível, soube diferenciar e apontar todos os erros constantes de fatídico e intimidatório julgamento pela nossa justiça. Uns dizem que ele poderia ter feito esse pronunciamento no início do processo, mas no meu entender ele viu que todo o conjunto de incidências, dito probatório, lhe daria mais compreensão sobre tudo não naquele momento, mas no momento oportuno e exato, o que foi acontecer ontem, 10/09/2025.

  Provou com toda firmeza e conhecimento do direito que todo processo foi conduzido de maneira errada desde o seu início e que deve ser, por palavras dele, anulado devido a falta de consistências, provas cabais, para que o réu Jair Bolsonaro ficasse como culpado.

  A melhor ênfase sobre o caso foi a explicação dada em relação a forma de condução do processo, visto que estavam conduzindo o mesmo de forma de pensamento como sendo Jair Messias Bolsonaro o presidente, enquanto que ele já não era mais a figura máxima do país e portanto deveria ser julgado em 1ª Instância, como um cidadão comum. Levaram até para o lado da segurança nacional quando tentaram imputar a ele o Art. 359 L do Código Penal, o qual foi extraído da antiga e revogada, por Bolsonaro, Lei de Segurança Nacional no seu Art. 8, o qual tem o mesmo relato sobre o 359, onde é dito que: "entrar em entendimento ou organização com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil." O que ficou demonstrado por ele, e pela própria lei, um completo absurdo, uma vez que isso estava claramente demonstrado como um verdadeiro factóide político e que sendo assim transmitia forma inverídica do ato.

  Depois. não satisfeitos com essa verdadeira ilação, já com Bolsonaro preso, resolveram aplicar o Art. 359 do Código Penal por exercer aparente função, atividade, direito, autoridade ou múnus, de que foi suspenso ou privado por decisão judicial, mas na verdade não exercia mais função presidencial e por isso o enquadramento estaria errado, por esse ponto também.

  Por ora, após o término do julgamento e com a condenação de Bolsonaro e os outros réus, cabe-nos perguntar o que será feito daqui para frente em relação ao próprio presidente atual pelos crimes cometidos anteriormente e daqui para frente o que resolverão sobre as organizações criminosas do PCC e CV, as quais são devidamente reconhecidas como organizações de narcotraficantes e que se impõem com os armamentos pesados que se utilizam, contrários ao que versa a extinta Lei de Segurança Nacional, já que os mesmos se coadunam com diversos delitos apontados pela LSN, os quais são de muito maior gravidade do que o suposto plano de golpe, também supostamente criado por Bolsonaro e "companheiros". Criaram, pela dedução e afirmação de Alexandre de Moraes, uma verdadeira conspiração "armada" para promover o golpe de estado. Se utilizaram de Bíblias e até de batom para atirar nos membros do STF.

Uma grande lástima hoje para o Brasil, mas também não podemos deixar de lembrar que toda mentira sempre tem algum resquício de verdade e toda verdade também o tem e a dúvida permanecerá em nossas cabeças. Será mesmo que houve tudo isso ? Se não houve qual o porque de nosso congresso nacional não fazer nada contra tudo isso ?

 

 


 

 

 

 

 

CANDIDATURA AO GOVERNO DO ESTADO EM 2026 - ME AJUDEM.

  Hoje quero deixar aqui gravado que estarei tentando mais uma vez uma candidatura na política do Brasil, em especial a do Rio de Janeiro, agora pelo Estado.

  Pela Prefeitura fui devidamente boicotado pelo meu próprio partido, o qual nem conversa me deu a chance de ter, por isso, talvez, o candidato do meu partido não tenha conseguido a eleição. Dá a entender que o povo já está com pensamentos talvez iguais aos meus e muito mais observador do que antes.

  Quero dizer que nunca participei da política como membro dela, mas agora tendo em vista o que acontece no Brasil e em especial no meu estado, Rio de Janeiro, decidi que tenho de encarar o nosso sistema político, mas não como um daqueles já bastante apodrecidos com o sistema. Não tenho os vícios dos políticos, quer antigos ou novos e muito menos não penso em me tornar um corrupto como muitos que já se candidataram e se transformaram.

  Não irei dizer que sou linha dura, mas tenho que afirmar uma coisa: " não sou de briga, e dou um boi para não entrar numa, mas se tiver que entrar darei uma boiada para continuar até que acabe com a briga !" Portanto, alguns podem me considerar linha dura, mas na verdade sou pela paz e pelos direitos de cada um na sociedade civil.

  Cumprir a Constituição, em dado momento sim, mas como sempre citei que ela é "esquerdopata", só cumprirei o que achar que deva ser cumprido por ela, quando observar que o tópico a atingir tenha respaldo dentro dela, caso contrário iremos atuar de maneira pelos Código Civil, Código Penal e Código de Processo Penal, o que já me dá mais segurança na questão de justiça.

  Meu plano de governo será dito somente quando realmente for eleito, pois como diz o velho ditado "quem dá luz a cego é bengala" e eu não sou cego ou a própria bengala. Por isso não darei asas a cobra e muito menos luz para quem até hoje não conseguiu enxergar o óbvio durante os seus governos ou suas candidaturas ao que é.

  Começarei direto pela questão da segurança pública, que é o maior problema de hoje no nosso estado. Se você não consegue resolver o problema da segurança também não conseguirá abrir as portas para a saúde e a educação.

  Sem segurança pública fica inviável seus filhos irem para a escola e você sem preocupações, pois ela está funcionando corretamente. Quanto a saúde, também, se não tiver a segurança você fica totalmente desprotegido até para ir num hospital se consultar por causa de um resfriado ou para dar vacina num de seus filhos.

  Tenho plano real para uma extinção de 70% da criminalidade provocada por narcotraficantes e milicianos dentro das comunidades do Rio de Janeiro, mas tudo isso será e terá que ter a contribuição dos moradores que se sentirem ofendidos dentro delas, mas isso terá de ser cumprido fielmente para que não caia na tríade que já estipulei em relação aos moradores  de comunidades. Ou estão lá por convivência, por conveniência ou então por conivência, o que acho a menos possibilidade, mas as verdades são essas e é preciso ter alguém com a coragem para falar isso. E eu tenho !

  Darei um prazo de três meses para eliminar os 70% informados anteriormente. Não irei disparar um tiro sequer, pelo menos a princípio, parta esse combate, sendo utilizados a pressão aliada a inteligência e tudo dentro da legalidade e horários normais de trabalho, sem ter a necessidade de interromper os estudos das crianças e as saídas para o trabalho dos provedores das famílias.

  Podem confiar, pois penso diferente dos políticos que conheceram até agora.

  Futuramente darei maiores detalhes sobre meu plano de governo. Por enquanto só preciso que vocês me ajudem nessa empreitada, a qual será benéfica para todos os residentes moradores do estado do Rio de Janeiro.